Paleo
Suplementos que encaixam numa alimentação paleo: sem cereais, sem lácteos, sem leguminosas e sem açúcar adicionado. Explicamos quais os nutrientes ficam mais em falta e como ler o rótulo antes de comprar.Ler mais →
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Suplementação numa dieta paleo: o que faz sentido
A dieta paleo assenta em alimentos pouco processados: carne, peixe, marisco, ovos, hortícolas, fruta, frutos oleaginosos e sementes. Ficam de fora cereais, leguminosas, lácteos e açúcar adicionado. Esta página reúne os produtos do catálogo que respeitam essas regras, à semelhança do que fazemos nos outros filtros de dieta.
Onde a paleo deixa lacunas com mais frequência
- Cálcio. Sem leite e queijo, a ingestão diária desce. O cálcio é necessário para a manutenção de ossos normais. Sardinha com espinha, couves e grelos ajudam a compensar.
- Iodo. Em Portugal, o sal iodado e os lácteos são as fontes principais. Numa paleo estrita sobram o peixe e o marisco. O iodo contribui para o funcionamento normal da tiroide.
- Ómega-3. Quem come pouco peixe gordo fica dependente de suplementos com ómega-3, em óleo de peixe ou em óleo de algas.
- Fibra fermentável. Sem cereais nem leguminosas, o consumo de fibra tende a cair. Tubérculos, fruta e hortícolas variados fazem a diferença.
O rótulo resolve a maioria das dúvidas. Muitos suplementos comuns trazem ingredientes que uma paleo estrita evita: lactose ou soro de leite como enchimento, maltodextrina de milho, amido de arroz, lecitina de soja, cápsulas de gelatina bovina e adoçantes. Lemos a lista completa de ingredientes, não apenas a tabela nutricional. Vários destes produtos constam também da seleção amigável à dieta keto, porque as restrições se sobrepõem em parte.
Como escolhemos o que entra nesta seleção
Olhamos para três coisas: a forma do ingrediente, a dose e as combinações que fazem sentido. Preferimos magnésio em forma quelatada em vez de óxido, porque é melhor absorvido, e cápsulas vegetais em vez de gelatina sempre que existe alternativa. Compramos diretamente às marcas, sem intermediários, e cada produto passa pela nossa equipa de compliance antes de ficar online. Testamos produtos internamente e laboratórios independentes verificam lotes por amostragem. Com mais de dez anos de experiência, dizemos também quando um produto simplesmente não é necessário. Podes ler como selecionamos as marcas.
Esta seleção serve sobretudo três situações: quem começou agora e quer garantir o básico, quem faz paleo há meses e notou valores fora do intervalo nas análises, e quem treina e come pouco variado durante a semana. Se a tua alimentação já inclui peixe gordo, marisco, ovos e muitos hortícolas, provavelmente precisas de menos do que imaginas.
Na prática, a altura do dia importa menos do que a constância. Nutrientes lipossolúveis, ou seja, que precisam de gordura para serem absorvidos, como as vitaminas D, A, E e K, aproveitam-se melhor numa refeição com azeite, abacate, ovos ou peixe. O magnésio é o que mais pessoas preferem ao final do dia. Probióticos e enzimas digestivas seguem as indicações do rótulo de cada marca.
Uma nota honesta sobre expectativas. Vitaminas e minerais não corrigem uma alimentação monótona, e os efeitos não se sentem no primeiro dia: conta com duas a três semanas de uso consistente antes de avaliar. A vitamina D3 é a exceção mais visível nas análises, porque em Portugal a produção na pele desce entre outubro e março. O que um suplemento faz bem é preencher uma lacuna concreta, de preferência identificada por análises.
Perguntas frequentes
Não é o nutriente em si, é a lista completa de ingredientes. Um suplemento encaixa numa alimentação paleo quando não traz derivados de cereais, leguminosas, lácteos nem açúcar adicionado. Isso exclui enchimentos como maltodextrina de milho, amido de arroz, lactose, soro de leite e lecitina de soja. Numa versão estrita, também as cápsulas de gelatina bovina levantam dúvidas a quem prefere cápsulas vegetais. Por isso filtramos pelo rótulo e não pela categoria do produto.








