Ginseng
Encontra ginseng coreano (Panax ginseng) em cápsulas, extrato líquido e pó, com o teor de ginsenósidos indicado. Explicamos a diferença entre ginseng vermelho e branco e como escolher a dose certa para ti.Ler mais →
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Ginseng coreano: ginsenósidos, formas e como escolher
O que distingue um extrato de ginseng de outro
O ginseng coreano vem da raiz de Panax ginseng. Os compostos que servem para medir a sua concentração chamam-se ginsenósidos. É aí que os produtos se separam. Um rótulo com 1000 mg de raiz pode conter menos ginsenósidos do que uma cápsula com 200 mg de extrato padronizado a 20%. Padronizado quer dizer que cada lote é ajustado para a mesma percentagem, por isso sabes o que estás a tomar. Vale a pena olhar também para a relação de extração, como 4:1 ou 20:1: indica quanta raiz foi usada para obter uma parte de extrato. A mesma lógica orienta toda a nossa gama de extratos de ervas e plantas.
Vermelho, branco e os ginsengs que não são ginseng
A diferença entre o vermelho e o branco está na colheita e no processamento. O branco é colhido mais cedo, descascado e seco. O vermelho é cozido a vapor antes de secar, o que muda o perfil de ginsenósidos e dá o tom avermelhado. Nenhum é melhor por definição: o vermelho é a forma tradicional coreana e costuma vir mais concentrado. Cuidado com os nomes parecidos. O ginseng siberiano (Eleutherococcus) e o chamado ginseng indiano, a ashwagandha em cápsulas e pó, são plantas diferentes e não contêm ginsenósidos. Se queres Panax, confirma o nome botânico no rótulo.
Cápsulas, extrato líquido ou raiz em pó
- Cápsulas com extrato padronizado: dose fixa e fácil de manter todos os dias.
- Extrato líquido e ampolas: dose ajustável, sabor amargo e, em algumas fórmulas, açúcar ou álcool.
- Raiz em pó: a forma mais próxima do original, com teor de ginsenósidos que varia de lote para lote.
Nas combinações, o ginseng aparece muitas vezes com vitaminas do complexo B. Isso explica-se: as vitaminas B6 e B12 contribuem para a redução do cansaço e da fadiga, uma alegação aprovada na UE. Vês mais opções na nossa seleção para a energia do dia a dia.
Como escolhemos o ginseng que vendemos
Olhamos primeiro para a forma: preferimos extratos padronizados em ginsenósidos, porque assim a dose é comparável entre lotes. Depois para a quantidade: valores dentro dos intervalos das monografias europeias, não doses simbólicas que só servem para escrever ginseng no rótulo. E para as combinações: apenas as que conseguimos explicar num minuto. Compramos diretamente às marcas, cada produto passa pela nossa equipa de conformidade e testamos os produtos nós mesmos, com controlos de lote em laboratórios independentes. Mais de 10 anos neste trabalho ensinaram-nos a recusar aquilo que não sabemos explicar. Podes ver como selecionamos as marcas.
Para quem faz sentido e o que podes esperar
O ginseng é procurado por estudantes em época de exames, por quem tem semanas de trabalho exigentes e por quem treina. As alegações de saúde para plantas continuam em avaliação na União Europeia, por isso não prometemos resultados: dizemos o que está no produto e como se usa. Quem nota diferença costuma senti-la depois de duas a três semanas de toma consistente, de manhã. Se tomas medicação, por exemplo anticoagulantes ou medicamentos para a diabetes ou para a tensão arterial, fala primeiro com o teu médico. Não é indicado na gravidez, na amamentação nem abaixo dos 12 anos.
Perguntas frequentes
O ginseng é a raiz de Panax ginseng, uma planta cultivada sobretudo na Coreia, na China e no nordeste da Rússia. A raiz cresce vários anos antes de ser colhida, porque é com o tempo que acumula os ginsenósidos, os compostos usados para medir a qualidade de um extrato. Nos suplementos, a raiz aparece em pó, em extrato seco dentro de cápsulas ou em extrato líquido. Outras plantas com o nome ginseng, como o siberiano ou o indiano, pertencem a famílias diferentes.












