Vitamina C
Encontre vitamina C em ácido ascórbico, ascorbato de cálcio tamponado, forma lipossomal e pó. Explicamos que forma assenta melhor no seu estômago, que doses fazem sentido e como as repartir ao longo do dia.Ler mais →
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Formas de vitamina C: ácido ascórbico, tamponada, lipossomal e pó
A vitamina C, ou ácido ascórbico, é uma vitamina hidrossolúvel: dissolve-se em água e o corpo não a guarda em reserva. O que não é usado sai pela urina. Ao contrário de quase todos os mamíferos, o ser humano não a consegue produzir, por isso depende da alimentação e, quando é preciso, dos suplementos. Faz parte da nossa gama de vitaminas e é uma das procuras mais constantes no inverno. A vitamina C contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário e para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis.
As formas diferem sobretudo na tolerância do estômago
O ácido ascórbico é a forma mais estudada e a mais barata por miligrama. É ácida, e há quem sinta azia com 1000 mg de estômago vazio. As formas tamponadas, como o ascorbato de cálcio ou o ascorbato de sódio, têm um pH mais neutro e costumam ser mais suaves. A vitamina C lipossomal vem envolvida numa camada minúscula de gordura, para o corpo a absorver melhor. Custa bastante mais e os estudos sobre essa vantagem ainda são poucos.
- Pó: dose flexível, prático para repartir em duas ou três tomas.
- Cápsulas e comprimidos: dose fixa, fáceis de levar consigo.
- Efervescentes: agradáveis de tomar, mas veja o teor de sódio no rótulo.
- Com acerola ou bioflavonoides: doses normalmente mais baixas, numa matriz de fruta.
Uma nota prática sobre a dose: o plasma fica praticamente saturado por volta dos 200 mg por dia. Acima desse ponto, a percentagem absorvida desce e o excedente é eliminado. Um comprimido de 1000 mg não é problemático, mas duas tomas de 500 mg ao longo do dia aproveitam-se melhor do que uma só. É por isso que olhamos para embalagens que permitem repartir, e não apenas para o número maior no rótulo.
Como escolhemos a vitamina C que vendemos
Olhamos primeiro para a forma, depois para a dose e só depois para as combinações. Mantemos ácido ascórbico simples para quem quer uma base diária económica, e formas tamponadas para quem reage à acidez. Preferimos doses que se conseguem repartir, entre 250 e 1000 mg por toma, em vez de comprimidos gigantes que o corpo não aproveita. Combinações apenas quando têm lógica, por exemplo com zinco ou bioflavonoides. Compramos diretamente às marcas, cada produto passa pela nossa equipa de compliance antes de ficar online e mandamos analisar lotes por amostragem. Pode ver como selecionamos marcas e produtos.
Para quem faz sentido e o que pode esperar
Quem come pouca fruta e poucos vegetais crus, quem fuma e quem treina de forma intensa costuma ser o primeiro a considerar um suplemento. A vitamina C aumenta a absorção de ferro, por isso é muitas vezes tomada junto com suplementos com ferro. Contribui também para a formação normal de colagénio, o que explica o interesse de quem já usa produtos com colagénio.
Sejamos claros quanto ao resto. O valor da vitamina C está no uso constante, não numa toma alta isolada, e a diferença nota-se em quem mantém o hábito durante semanas. Doses acima de 1000 mg de uma vez podem causar desconforto intestinal ou fezes moles: nesse caso reparta a dose ou passe a uma forma tamponada. Quem tem historial de cálculos renais ou toma medicação deve falar primeiro com o médico.
Perguntas frequentes
A vitamina C é um nutriente essencial que o corpo humano não produz. É hidrossolúvel, ou seja, dissolve-se em água e não fica armazenada, por isso precisa de uma toma diária. Nos suplementos aparece quase sempre como ácido ascórbico ou como um dos seus sais.
Segundo as alegações autorizadas na União Europeia, a vitamina C contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário, para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis, para a redução do cansaço e da fadiga e para a formação normal de colagénio.


























