Softgel
Encontra aqui suplementos em cápsulas softgel: ómega-3, vitamina D3, vitamina E e mais. Explicamos porque esta cápsula mole funciona bem com óleos, o que a distingue da cápsula dura e como a deves guardar.Ler mais →
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Cápsulas softgel: como funciona esta cápsula mole
O que é uma cápsula softgel
A softgel é uma cápsula mole: uma película flexível de gelatina, glicerina e água, fechada de forma hermética numa só peça. Dentro está um líquido, quase sempre um óleo. Não há duas metades encaixadas, como numa cápsula normal. É por isso que o óleo de peixe, a vitamina D3 e a vitamina E aparecem quase sempre nesta forma.
A cápsula dura funciona de outra maneira. Tem duas metades e leva pó, o que serve bem para extratos secos, minerais e probióticos, mas não para líquidos oleosos. Se preferes essa alternativa, vê as cápsulas duras em pó. A softgel resolve outro problema: o óleo fica selado, sem contacto com o oxigénio, e o sabor não chega à boca.
Nutrientes que combinam com esta forma
As vitaminas A, D, E e K são lipossolúveis: dissolvem-se em gordura, não em água. A softgel já traz gordura no interior, o que ajuda o corpo a aproveitar o nutriente mesmo quando a refeição é leve. É também a razão pela qual quase todo o óleo de peixe com EPA e DHA é vendido assim.
- Óleos de peixe e de algas com EPA e DHA
- Vitamina D3, sozinha ou combinada com K2 na forma MK-7
- Vitamina E, óleo de borragem e óleo de linhaça
- CoQ-10 e astaxantina, ambos oleosos
Nas softgels com vitamina D3 para uso diário a quantidade de óleo é mínima, apenas o suficiente para dissolver a vitamina. Nas de ómega-3 o óleo é o próprio ingrediente, por isso a cápsula é maior. Com um copo cheio de água e a cabeça ligeiramente inclinada para a frente, passa com mais facilidade.
Como escolhemos as softgels que vendemos
Olhamos sempre para três coisas: a forma do ingrediente, a dose e a combinação. Numa softgel de ómega-3 verificamos quantos miligramas de EPA e DHA há por cápsula, não só a quantidade de óleo. Numa de vitamina D3 vemos se a dose por cápsula é realista para todos os dias. Não empurramos produtos por margem: ficamos apenas com marcas em que confiamos. Compramos diretamente às marcas, sem intermediários, e a nossa equipa de compliance analisa cada produto antes de ficar online. Testamos os produtos e laboratórios independentes verificam lotes por amostragem. Explicamos tudo em como selecionamos marcas e produtos.
Onde esta forma ajuda e onde tem limites
A película é lisa e escorrega, o que ajuda quem tem dificuldade em engolir comprimidos. Quem toma óleo de peixe evita o retrogosto. E a cápsula não se esfarela na mochila nem deixa pó na caixa de comprimidos.
Há duas coisas a saber antes de escolher. A maioria das películas usa gelatina bovina ou de peixe, por isso não serve dietas vegetarianas. Existem versões com gelatina vegetal, menos comuns e em geral mais caras, e valem o custo quando queres manter esta forma sem gelatina animal. A dose também vem fixa: não podes partir uma cápsula ao meio. Quem prefere ajustar a dose aos poucos costuma dar-se melhor com suplementos em gotas.
Guarda as cápsulas num local seco e fresco, longe do calor. Acima de 25 graus podem amolecer ou colar-se umas às outras. O conteúdo continua bom, mas a toma fica desagradável. No frigorífico só se a marca o indicar, porque a humidade também não ajuda a película.
Perguntas frequentes
É uma cápsula mole feita de uma película flexível, normalmente gelatina com glicerina e água, fechada numa só peça. Dentro leva um líquido, quase sempre óleo. Por ser selada de forma hermética, o conteúdo fica protegido do oxigénio e da luz, e o sabor não chega à boca. Daí ser a forma habitual do óleo de peixe e das vitaminas que se dissolvem em gordura.
A diferença está no que cada forma consegue transportar. A softgel foi feita para líquidos oleosos, a cápsula dura para pós e a comprimido para pó prensado em doses maiores. Nenhuma é melhor em geral: depende do ingrediente.
| Forma | Conteúdo | Indicada para |
|---|---|---|
| Softgel | Óleo ou líquido | Ómega-3, D3, E, CoQ-10 |
| Cápsula dura | Pó ou granulado | Extratos, minerais, probióticos |
| Comprimido | Pó prensado | Doses altas, multivitaminas |
Na maioria dos casos não. A película costuma ser de gelatina bovina ou de peixe, um ingrediente de origem animal. Há softgels com gelatina vegetal, feitas a partir de amido ou de carragenina, mas são menos frequentes e normalmente mais caras. Lê sempre a lista de ingredientes da película, não apenas o conteúdo. Se seguires uma dieta sem produtos animais, vê a nossa seleção de produtos veganos.
Com comida, de preferência com uma refeição que tenha alguma gordura. As softgels contêm sobretudo nutrientes lipossolúveis, ou seja, que se dissolvem em gordura, e o corpo aproveita-os melhor nessas condições. Há uma segunda vantagem prática: tomar óleo de peixe em jejum provoca mais frequentemente arrotos com sabor. Com o almoço ou o jantar, esse efeito é menor para a maioria das pessoas.
Num local seco, fresco e ao abrigo da luz, com a embalagem bem fechada. A cozinha ao lado do fogão ou o carro no verão são os piores lugares. Acima de 25 graus a película amolece e as cápsulas podem colar-se. Não uses o frigorífico, exceto se a marca o indicar: a humidade e a condensação também afetam a película.
Só quando o rótulo o permite, o que acontece com algumas softgels de vitamina E ou de óleos usados na pele. Nos restantes casos não é boa ideia. A dose vem fixa, o óleo oxida assim que entra em contacto com o ar e o sabor sem película é forte. Se precisas de ajustar doses aos poucos, uma forma líquida em gotas é mais prática.
Colam-se quando ficaram guardadas em calor ou humidade: a glicerina da película amolece e as cápsulas encostam umas às outras. O conteúdo continua utilizável, embora seja incómodo separá-las. O cheiro a peixe é outro sinal. Alguma quantidade é normal em óleos de peixe, mas um odor forte e rançoso indica óleo oxidado. Nesse caso não tomes a embalagem e contacta-nos.
Depende do ingrediente, não da forma em si. Quando o nutriente é oleoso ou lipossolúvel, a softgel entrega-o já dissolvido em gordura, e o corpo não tem de o desagregar primeiro. Aí a vantagem é real. Num mineral em pó ou num extrato seco, essa vantagem desaparece e uma cápsula dura ou um comprimido cumprem igualmente bem. Por isso comparamos sempre a forma com o conteúdo, e não uma forma com a outra.

























