Astaxantina
Astaxantina natural de Haematococcus pluvialis, em cápsulas moles e em fórmulas com vitamina E. Explicamos a diferença entre astaxantina natural e sintética, quais as doses habituais em Portugal e como tomá-la à refeição.Ler mais →
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Astaxantina natural de microalgas: o que distingue os suplementos
A astaxantina é um pigmento vermelho do grupo dos carotenoides, a mesma família do betacaroteno e da luteína. Nos suplementos vem quase sempre da microalga Haematococcus pluvialis, que a produz para se proteger da luz intensa. É o mesmo pigmento que dá cor ao salmão e ao camarão, animais que se alimentam de algas. Na nossa gama de antioxidantes é uma das opções de origem marinha.
A astaxantina é lipossolúvel: dissolve-se em gordura, não em água. Por isso aparece em cápsulas moles, sempre com um óleo transportador, como óleo de girassol, óleo de coco ou óleo MCT. Tomar a cápsula numa refeição que tenha alguma gordura melhora a absorção. Em jejum aproveitas bastante menos do que diz o rótulo.
Natural e sintética não são a mesma coisa
Há duas origens no mercado. A natural vem da microalga. A sintética é produzida quimicamente e usa-se sobretudo na aquacultura, para dar cor ao peixe de viveiro. A diferença está na molécula: na astaxantina da alga, boa parte do pigmento está ligada a ácidos gordos, a chamada forma esterificada, tal como existe na natureza. Nos suplementos vendidos em Portugal a origem natural é a regra, mas confirma sempre se o rótulo indica Haematococcus pluvialis.
As doses do mercado e o limite europeu
As cápsulas europeias ficam quase sempre entre 4 mg e 8 mg. Para adultos, 8 mg por dia é o valor máximo que a Europa avaliou para suplementos, e essa autorização não abrange menores de 14 anos. Em lojas fora da UE encontras 12 mg ou 24 mg, fora deste enquadramento. Ao comparar rótulos, olha para:
- os mg de astaxantina e não os mg de oleorresina de alga
- a origem indicada e o óleo transportador usado
- a cápsula: gelatina de origem animal ou invólucro vegetal
- combinações com luteína, para quem pensa nos olhos
Como escolhemos a astaxantina que vendemos
Começamos pela forma: preferimos astaxantina natural de Haematococcus pluvialis dissolvida num óleo, porque o corpo a absorve melhor assim. Depois vem a dose, entre 4 mg e 8 mg por cápsula, dentro do que foi avaliado para adultos, sem números inflacionados para parecerem mais fortes. Por fim as combinações que fazem sentido, como vitamina E ou luteína. Compramos direto às marcas, cada produto passa pela nossa equipa de conformidade e testamos os produtos nós mesmos, com verificações extra em laboratórios independentes. Vê como selecionamos as marcas.
Pela alimentação, chegar a estas quantidades exigiria muito salmão selvagem, e o peixe de viveiro depende do que lhe dão na ração. É a razão prática pela qual quem quer uma quantidade constante recorre a cápsulas.
Sejamos diretos numa coisa: a astaxantina não tem alegações de saúde aprovadas na Europa. Por isso muitas fórmulas juntam nutrientes que já têm alegação, como as fórmulas com vitamina E: a vitamina E contribui para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis. E não é um produto de efeito imediato. Conta com quatro a oito semanas de toma diária antes de tirares conclusões. Quem toma anticoagulantes, está grávida ou a amamentar deve falar primeiro com o médico.
Perguntas frequentes
A astaxantina é um carotenoide, ou seja, um pigmento natural, e é responsável pelo tom rosado do salmão, da truta e do camarão. Nos suplementos vem quase sempre da microalga Haematococcus pluvialis, cultivada em sistemas fechados e depois extraída na forma de uma oleorresina rica em pigmento. Como é lipossolúvel, é apresentada dentro de um óleo, dentro de uma cápsula mole.














