Óleo Hidratante
Óleos hidratantes para corpo e rosto, de fórmulas leves de rápida absorção a óleos mais ricos para pele muito seca. Explicamos como se diferenciam os óleos vegetais, quando aplicar e a quem cada textura serve melhor.Ler mais →
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Como escolher um óleo corporal para pele seca
Um óleo hidratante é um cosmético sem água. Não acrescenta humidade à pele: ajuda a segurar a que já existe, porque forma uma película fina que reduz a evaporação. É por isso que funciona melhor sobre pele ligeiramente húmida, nos minutos seguintes ao banho, e é também por isso que ocupa um lugar diferente do creme na sua rotina de cuidados diários.
Grande parte da frustração com óleos vem daqui. Quem espera o efeito imediato de um creme acha que o óleo hidrata pouco. Quem o aplica na pele húmida, ou junta duas ou três gotas ao creme na palma da mão, nota outra coisa: menos sensação de repuxar ao fim do dia e um toque mais macio nas zonas ásperas.
A composição decide a textura
O que separa um óleo leve de um óleo rico é o perfil de ácidos gordos, não a promessa no rótulo.
- Jojoba: na prática uma cera líquida, com estrutura próxima do sebo da pele. Toque seco, boa opção para pele mista.
- Semente de uva e girassol: muito ácido linoleico, absorvem depressa e deixam pouco brilho.
- Amêndoa doce e abacate: mais ácido oleico, mais espessos, feitos para pele muito seca, cotovelos e joelhos.
- Rosa mosqueta e argão: textura média, muito usados no rosto e em zonas com estrias.
Estes óleos vegetais aplicam-se puros. Já os concentrados aromáticos de plantas são outra categoria: diluem-se sempre antes de tocar a pele.
Óleo de corpo, óleo de banho e óleo em spray não fazem o mesmo
O óleo corporal fica na pele, fora do duche. O óleo de banho leva emulsionantes: espalha-se na pele molhada e enxagua-se, deixando apenas uma camada fina. Os óleos em spray, muitas vezes chamados óleos secos, são fórmulas leves pensadas para se vestir logo a seguir. Para pele muito seca, o óleo corporal depois do banho continua a ser a escolha mais eficaz, simplesmente porque não é removido.
Como escolhemos os óleos que vendemos
Começamos pela lista de ingredientes. Queremos ver o óleo principal no início dessa lista, não perdido no fim, e preferimos prensagem a frio, que preserva melhor os ácidos gordos. Para pele reativa escolhemos versões sem perfume. Ligamos também à embalagem: frasco escuro e boa vedação, porque um óleo oxidado muda de cheiro e perde qualidade. Compramos direto às marcas, sem intermediários, cada produto passa pela nossa equipa de compliance e testamos os artigos nós mesmos, com verificação de lotes por laboratórios independentes. Veja como selecionamos.
A quem serve, e o que esperar
Um óleo faz sentido se a sua pele fica áspera no inverno, se o creme já não basta, ou se prefere uma fórmula curta com poucos ingredientes. Pele oleosa não está excluída: use texturas leves e pouca quantidade. No rosto, o óleo funciona como último passo, depois do sérum, e não substitui os produtos específicos para o rosto nem o protetor solar.
Seja realista quanto ao tempo. O toque da pele muda no primeiro uso, mas a textura de uma pele muito seca melhora com duas a três semanas de aplicação diária. Comece com um teste numa área pequena, sobretudo se o produto for perfumado ou se a sua pele reage com facilidade.
Perguntas frequentes
É um cosmético sem água, feito de óleos vegetais. Não adiciona humidade à pele: cria uma película fina na superfície que reduz a perda de água e deixa a pele mais macia ao toque. Por isso é habitual chamar-lhe emoliente e não humectante.
Essa diferença explica como se usa. Sobre pele seca e fria, o efeito é sobretudo de conforto e brilho. Sobre pele ligeiramente húmida, logo após o banho, o óleo retém a água que ainda está na superfície e o resultado dura mais tempo.


