Pasta de dentes
Pasta de dentes em pastilhas para mastigar: com flúor e sem flúor, com bicarbonato, argila ou carvão ativado. Explicamos como se usam, quanto dura uma lata, o que muda no sabor e como escolher a tua.Ler mais →
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Pasta de dentes em pastilhas para mastigar: com flúor e sem flúor, com bicarbonato, argila ou carvão ativado. Explicamos como se usam, quanto dura uma lata, o que muda no sabor e como escolher a tua.Ler mais →
A pasta de dentes em pastilhas troca o tubo por uma lata de comprimidos para mastigar. Mastigas uma pastilha até ficar cremosa, escovas com a escova molhada e enxaguas. Uma pastilha corresponde a uma escovagem, por isso a dose é sempre a mesma. Não há tubo de plástico, não há água na fórmula e não é preciso doseá-la a olho.
Uma pasta em tubo é sobretudo água. Como as pastilhas são secas, muitas marcas dispensam conservantes e espessantes. A base costuma ser bicarbonato de sódio, carbonato de cálcio e argila caulim, três pós que limpam por atrito suave. O sabor vem de óleo de hortelã-pimenta ou menta, adoçado com stevia. Em vez de SLS, várias fórmulas usam lauril glutamato de sódio ou cocamidopropil betaína, que fazem menos espuma. Se estás habituado a muita espuma, essa é a diferença que vais notar no primeiro dia. Depois de aberta, uma lata dura em geral 12 meses.
O flúor é a escolha mais discutida. Há pastilhas com flúor, normalmente a 1450 ppm, o valor padrão das pastas para adultos, e pastilhas sem flúor para quem prefere evitá-lo. As duas opções limpam; a diferença está no flúor, não no formato. Quem quer completar a rotina com um bochecho encontra opções no nosso Elixir Bucal.
Olhamos para três coisas: a forma, a dose e as combinações que fazem sentido. Escolhemos pastilhas em que o teor de flúor está declarado no rótulo, em ppm, e mantemos sempre uma alternativa sem flúor ao lado. Preferimos pós de limpeza suaves, como carbonato de cálcio e argila, a fórmulas muito abrasivas vendidas como branqueadoras. Não trabalhamos com intermediários: compramos às marcas e a nossa equipa de conformidade verifica cada produto antes de ficar online. Também testamos nós mesmos e laboratórios independentes analisam lotes por amostragem. Podes ver como selecionamos as marcas.
As pastilhas funcionam bem em viagem: são sólidas, não contam como líquido na bagagem de mão e uma lata de metal não se abre na mala. Também são práticas para o ginásio. Em casa, contas em pastilhas: 60 a 120 por embalagem, o que dá cerca de um a dois meses para uma pessoa que escova duas vezes por dia. Por escovagem, costumam ficar mais caras do que um tubo, e é aí que decides se o formato compensa para ti. Duas notas honestas: mastigar bem é essencial, senão a pasta não se forma, e água dentro da lata estraga as pastilhas restantes. Guarda-as secas.
Este formato faz parte de uma rotina de cuidado sólido. Quem começou pelo champô em barra reconhece a lógica: retirar a água do produto e o plástico da prateleira. A diferença é que na boca a fórmula tem de ser suave e o sabor tem de convencer todos os dias, por isso vale a pena testar dois sabores antes de comprar uma embalagem grande.
No nosso catálogo encontras marcas que trabalham só com formatos sólidos, entre elas a gama sólida da HappySoaps, e outras que vêm da higiene oral natural. Comparamos os rótulos entre si: teor de flúor, tipo de pó abrasivo, presença de SLS e número de pastilhas por embalagem. É essa comparação que te ajuda a decidir, mais do que a promessa na frente da lata.
É pasta de dentes em formato sólido, em pequenos comprimidos que se mastigam antes de escovar. Sem água na fórmula, a maior parte das marcas não precisa de conservantes nem de espessantes. A base são pós de limpeza suaves, como bicarbonato de sódio, carbonato de cálcio e argila caulim, com óleo de menta ou hortelã-pimenta para o sabor. Vêm em lata de metal ou frasco de vidro, sem tubo de plástico.
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