Colagénio
Encontra colagénio hidrolisado em pó, cápsulas e líquido, de origem marinha ou bovina. Explicamos os tipos I, II e III, as doses usadas nos estudos e porque a vitamina C também conta. Mais abaixo explicamos como escolher a forma certa.Ler mais →
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Colagénio hidrolisado: tipos, formas e doses
O colagénio é a proteína mais abundante no corpo humano. Dá estrutura à pele, aos ossos, às cartilagens e aos tendões, e o corpo produz menos à medida que os anos passam. Nos suplementos aparece quase sempre hidrolisado: a proteína foi partida em fragmentos pequenos, os péptidos, que o intestino absorve com mais facilidade. Por isso muitas fórmulas juntam vitamina C, o único nutriente com uma alegação europeia aprovada para a formação normal de colagénio da pele, dos ossos e das cartilagens.
Marinho, bovino e os tipos I, II e III
A origem decide o tipo de colagénio que estás a tomar. O marinho vem de escamas e pele de peixe e fornece sobretudo tipo I, a forma que domina na pele. O bovino vem de pele e ossos de vaca e traz tipo I e tipo III. O tipo II vem de cartilagem, muitas vezes de galinha, e usa uma lógica de dose completamente diferente. Um rótulo que só diz "colagénio hidrolisado", sem indicar o tipo, não te ajuda a decidir nada.
- Pó: 5 a 10 g por dose, o formato mais económico por grama.
- Cápsulas: práticas fora de casa, mas muitas vezes precisas de 6 a 10 por dia para chegar a 5 g.
- Líquido e saquetas: dose fixa e sabor já resolvido, com um custo por dia mais alto.
- Tipo II nativo: cerca de 40 mg por dia, e não substitui os péptidos de tipo I.
Como escolhemos o colagénio que vendemos
Olhamos sempre para três coisas: a forma, a dose e as combinações. Damos preferência a péptidos hidrolisados com o tipo indicado no rótulo, porque tipo I e tipo III servem objetivos diferentes do tipo II. Escolhemos doses próximas das usadas nos estudos, em vez de 200 mg escondidos num comprimido multiusos. Aceitamos combinações com lógica, como colagénio com vitamina C, e deixamos de fora listas longas de ingredientes em quantidades simbólicas. Compramos direto às marcas, a nossa equipa de compliance revê cada produto antes de entrar online e mandamos analisar lotes em laboratórios independentes. Podes ver como selecionamos.
Para quem faz sentido e o que podes esperar
Quem procura colagénio tem normalmente um de dois objetivos: a aparência da pele ou o desgaste do treino com muita carga. Para o primeiro caso, o tipo I é o mais estudado; para o segundo, muitas pessoas combinam péptidos com produtos pensados para ossos e cartilagens. Em ambos os casos, a toma diária conta mais do que a hora do dia.
Sejamos claros: a autoridade europeia de segurança alimentar (EFSA) não aprovou alegações de saúde para os péptidos de colagénio. Isso não quer dizer que não valha a pena. Quer dizer que a evidência disponível não chegou para uma alegação oficial, e preferimos dizer-te isso em vez de prometer resultados. Nos estudos, as diferenças aparecem depois de 8 a 12 semanas de toma diária, por isso um pacote de um mês não é um teste justo.
Vale também olhar para as combinações com atenção. Muitos produtos de beleza juntam ácido hialurónico em 10 mg, uma quantidade simbólica ao lado das doses de 100 a 200 mg usadas nos suplementos dedicados. Se é isso que procuras, compara com os produtos com ácido hialurónico e decide o que faz sentido para ti.
Perguntas frequentes
É colagénio que passou por hidrólise: a proteína foi partida em fragmentos pequenos, chamados péptidos. Fibras inteiras de colagénio são grandes e o intestino tem dificuldade em absorvê-las. Os péptidos são absorvidos com mais facilidade e chegam à circulação como aminoácidos e pequenos fragmentos.
Na prática, quase todos os suplementos em pó, cápsulas e saquetas usam a forma hidrolisada. A exceção é o colagénio nativo de tipo II, que mantém a estrutura e é usado em doses muito mais baixas.








