Hortelã-pimenta
Aqui encontra hortelã-pimenta em cápsulas com óleo, extratos e óleo essencial. Explicamos porque o revestimento gastrorresistente faz diferença, quanto óleo traz cada forma e como encaixar a planta na rotina.Ler mais →
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Óleo de hortelã-pimenta, extratos e folha: o que muda entre as formas
A hortelã-pimenta (Mentha x piperita) é um cruzamento entre a hortelã-verde e a menta-aquática. Num suplemento, o que conta não é a folha em si, mas o óleo essencial que ela contém, rico em mentol e mentona. É esse óleo que aparece medido em mililitros ou miligramas no rótulo: uma cápsula comum traz 0,2 ml, o equivalente a cerca de 182 mg de óleo. A planta faz parte da nossa categoria de ervas e plantas.
A diferença entre as formas está no sítio onde o óleo é libertado
As cápsulas gastrorresistentes têm um revestimento que resiste ao ácido do estômago, ou seja, a cápsula só abre mais abaixo, no intestino. É a forma mais estudada e também a que menos provoca aquele sabor a menta que volta à boca. As cápsulas moles simples abrem no estômago e causam mais facilmente azia em quem já tem refluxo. Os extratos líquidos e tinturas dosam-se em gotas e permitem ajustes pequenos. A folha seca para infusão tem muito menos óleo essencial: é uma opção suave para o fim do dia, não um substituto das cápsulas.
O óleo essencial puro é outro tipo de produto. Serve para difusor, inalação ou massagem diluída num óleo vegetal, e não se engole, a não ser que o rótulo indique expressamente essa utilização. Se é isso que procura, veja a nossa seleção de óleos para difusão e massagem.
Como escolhemos a hortelã-pimenta que vendemos
Olhamos para três coisas: a forma, a dose e as combinações. Preferimos cápsulas com revestimento gastrorresistente e com a quantidade de óleo declarada em ml ou mg, porque sem esse número não sabe o que está a tomar. Aceitamos combinações com lógica, como alcaravia ou extrato de gengibre, e recusamos fórmulas que juntam uma pitada de hortelã a uma lista longa de plantas. Compramos diretamente às marcas e a nossa equipa de compliance verifica cada produto antes de ficar online. Pode ver como selecionamos as marcas.
O que podemos e não podemos dizer sobre esta planta
A hortelã-pimenta tem uma longa tradição de uso depois das refeições. Ainda assim, a autoridade europeia de segurança alimentar (EFSA) não aprovou nenhuma alegação de saúde para esta planta. Por isso não prometemos resultados: descrevemos formas, quantidades e utilização, e deixamos a decisão do seu lado. Existe também óleo de hortelã-pimenta autorizado como medicamento à base de plantas nas farmácias. Um suplemento alimentar não tem esse enquadramento, mesmo quando o ingrediente é o mesmo, e vale a pena saber isso antes de comparar preços.
Para quem faz sentido e o que ter em conta
Quem tem azia, refluxo ou hérnia do hiato deve saber que o óleo pode agravar essa sensação, sobretudo em cápsulas sem revestimento. As cápsulas engolem-se inteiras, nunca partidas nem mastigadas, porque o óleo irrita a boca e o esófago. Não são indicadas para crianças com menos de 12 anos, nem durante a gravidez e a amamentação, por falta de dados de segurança. E dê tempo ao processo: duas a três semanas de uso consistente dizem-lhe mais do que dois dias. Se o seu objetivo é o conforto após as refeições, veja também o que reunimos para apoio à digestão.
Perguntas frequentes
A hortelã-pimenta é a Mentha x piperita, um cruzamento natural entre a hortelã-verde e a menta-aquática. Distingue-se pelo teor elevado de óleo essencial, sobretudo mentol e mentona, que lhe dá o sabor frio e intenso. A hortelã de cozinha, mais suave, tem bastante menos desse óleo. Nos suplementos é quase sempre a hortelã-pimenta que aparece, porque é dela que se extrai o óleo usado nas cápsulas e nos extratos.







