Lavanda
Encontre lavanda em cápsulas com óleo essencial, em extrato padronizado e em flor para infusão. Explicamos o que muda entre as formas, o que diz a lei europeia sobre alegações e como usar cada uma.Ler mais →
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Óleo essencial de lavanda, extrato e flor: o que muda entre as formas
A lavanda, conhecida em Portugal também como alfazema, é um arbusto mediterrânico. Nos suplementos alimentares usa-se quase sempre a Lavandula angustifolia, a lavanda verdadeira. A parte útil são as sumidades floridas, de onde se extrai o óleo essencial por destilação a vapor. Esse óleo é rico em linalol e acetato de linalilo, dois componentes aromáticos que os bons fabricantes medem e declaram. Um rótulo que indica a espécie e os miligramas de óleo diz-lhe mais do que a palavra lavanda sozinha. A maior parte do óleo vendido na Europa vem da Provença, em França, embora a planta cresça bem no clima português. Encontra-a ao lado de outras opções na nossa secção de Ervas e Plantas.
As formas de lavanda e o que muda entre elas
A forma decide o que recebe, quanto recebe e como o toma. As diferenças são práticas, não filosóficas.
- Cápsulas com óleo essencial: a forma mais comum. O óleo vem doseado em miligramas e envolvido em azeite ou outro óleo vegetal, o que suaviza o sabor.
- Extrato seco padronizado: concentrado da flor, muitas vezes 5:1, com percentagens declaradas de linalol e acetato de linalilo.
- Flor seca para infusão: a versão tradicional, cerca de uma colher de chá por chávena. Aroma intenso, dose pouco precisa.
- Fórmulas combinadas: lavanda com passiflora, erva-cidreira ou vitaminas B6 e B12, em cápsulas ou gomas.
- Óleo essencial puro: feito para difusão no ar e para a pele diluído, não para engolir às gotas sem suporte.
Quem prefere extratos de plantas pode comparar com o extrato de raiz de valeriana, de uso igualmente tradicional ao fim do dia.
Como escolhemos a lavanda que vendemos
Olhamos primeiro para a espécie, depois para a dose e só depois para a combinação. Preferimos rótulos que indiquem Lavandula angustifolia e a quantidade de óleo essencial por cápsula, porque só assim sabe o que está a tomar. Nas fórmulas combinadas aceitamos misturas com lógica, como lavanda com vitamina B6, que contribui para o normal funcionamento do sistema nervoso. Compramos diretamente às marcas e cada produto passa pela nossa equipa de conformidade antes de ficar online. Testamos produtos nós mesmos e laboratórios independentes verificam lotes por amostragem. Para ver o método completo, saiba como selecionamos as marcas.
Para quem faz sentido e o que esperar
A lavanda interessa sobretudo a quem quer construir uma rotina calma ao fim do dia, em cápsula antes de deitar ou em infusão depois do jantar. Para uso diário, a cápsula é a opção mais previsível, porque a dose vem escrita no rótulo. A infusão é mais ritual do que dose.
Somos diretos quanto ao enquadramento legal: a autoridade europeia de segurança alimentar (EFSA) ainda não aprovou alegações de saúde para a lavanda, por isso não lhe prometemos resultados. Nas fórmulas com vitaminas do complexo B existem alegações aprovadas, e é aí que as usamos. Contamos também o lado prático: nos primeiros dias, algumas pessoas notam sabor ou arrotos com aroma a lavanda, e o óleo pode dar sonolência, o que pode ser inconveniente de manhã e útil à noite. Se está a montar uma rotina, veja as restantes opções para descansar melhor à noite e dê duas a três semanas de uso regular antes de decidir se a lavanda é para si.
Perguntas frequentes
A lavanda é uma planta aromática mediterrânica, também chamada alfazema em Portugal. Nos suplementos usa-se a espécie Lavandula angustifolia, sobretudo o óleo essencial destilado das flores. Esse óleo contém linalol e acetato de linalilo, os componentes que os fabricantes declaram no rótulo. A planta tem uso tradicional longo em infusões e em aromaterapia, o que explica a sua presença em cápsulas e chás pensados para o fim do dia.


