Maca
Encontre maca em pó, em cápsulas e em extratos concentrados, incluindo maca negra e maca amarela. Explicamos as diferenças entre maca crua e gelatinizada, que doses usam os produtos e o que pode esperar em algumas semanas.Ler mais →
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Maca peruana: variedades, formas e o que dizem os rótulos
A maca (Lepidium meyenii) é uma raiz andina da mesma família do nabo e do rabanete. Cresce no Peru, acima dos 3000 metros, e faz parte da alimentação local há séculos. Na Europa chega em três formatos: pó da raiz seca, cápsulas com esse mesmo pó e cápsulas com extrato concentrado. É uma das raízes mais procuradas entre as nossas plantas e extratos botânicos, e a diferença entre os formatos é maior do que parece.
Maca crua, gelatinizada e extrato concentrado
A maca crua é a raiz seca e moída, nada mais. Mantém todo o amido, tem sabor terroso e há quem sinta o estômago pesado nos primeiros dias. A maca gelatinizada passa por água e calor, que retiram parte do amido. Fica mais suave, digere-se com mais facilidade e é a forma usada na maioria dos estudos. O extrato, normalmente 10:1 ou 20:1, concentra a raiz e permite cápsulas pequenas.
Um detalhe dos rótulos que quase ninguém explica: quando lê 24.000 mg num frasco de extrato 20:1, esse número é o equivalente em raiz fresca, não o que está dentro das cápsulas. A dose diária contém cerca de 1200 mg de extrato. Compare sempre a proporção, não o número maior.
Amarela, vermelha e negra são variedades da raiz
A cor não vem do processamento: são variedades naturais. A amarela é a mais cultivada e a mais acessível. A vermelha e a negra são mais raras, por isso custam mais. Muitas marcas juntam as três num só pó. A maca também é chamada ginseng peruano, mas não tem parentesco botânico com o Ginseng asiático. A investigação que compara as cores em pessoas ainda é escassa, por isso não vale a pena decidir só pela cor.
Como escolhemos a maca que vendemos
Olhamos para três coisas: a forma, a dose e as combinações. Preferimos pó gelatinizado e extratos que indicam a proporção no rótulo, porque assim sabe o que está a tomar. Aceitamos produtos cuja dose diária se situa na faixa usada nos estudos, entre cerca de 1,5 e 3 gramas de raiz, e recusamos fórmulas que esconde a quantidade de maca dentro de uma mistura sem números. Compramos diretamente às marcas e cada produto passa pela nossa equipa de conformidade antes de ficar online. Testamos também nós próprios e laboratórios independentes verificam lotes. Veja como selecionamos.
Para quem faz sentido e o que é realista esperar
A maca não tem alegações de saúde aprovadas pela autoridade europeia de segurança alimentar (EFSA). Por isso não lhe prometemos resultados. O que existe são estudos pequenos, que usaram 1,5 a 3 gramas por dia durante 8 a 12 semanas. Quem experimenta costuma tomá-la todos os dias, ao pequeno-almoço, e avaliar ao fim de dois a três meses. Faz sentido para adultos que querem uma raiz vegetal na rotina diária e não têm pressa.
Não serve a todos. Na gravidez e na amamentação, os rótulos portugueses aconselham a não tomar. A maca contém glucosinolatos, compostos típicos das brassicáceas, pelo que quem tem a tiroide acompanhada por um médico deve falar com ele primeiro. Se procura ingredientes com efeitos já aprovados na Europa, como vitaminas do complexo B, encontra-os na nossa seleção para mais energia no dia a dia.
Perguntas frequentes
A maca é a raiz de Lepidium meyenii, uma planta da família das brassicáceas, a mesma do nabo, do rabanete e da couve. É cultivada no planalto andino do Peru, acima dos 3000 metros, onde é comida desde a antiguidade. Chegou à Europa como alimento e como suplemento alimentar, quase sempre em pó de raiz seca ou em cápsulas. Também é chamada maca peruana ou ginseng peruano, apesar de não ser um ginseng.









