Inositol
Encontra inositol em cápsulas e em pó, como mio-inositol puro ou combinado com D-chiro-inositol na proporção 40:1. Explicamos as diferenças entre as formas, como dividir a toma diária e a quem cada opção se adequa.Ler mais →
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Mio-inositol, D-chiro-inositol e a proporção 40:1
O inositol é um álcool de açúcar que o teu corpo produz a partir da glucose e que também recebes da alimentação, sobretudo de leguminosas, cereais integrais, frutos secos e citrinos. É muitas vezes chamado vitamina B8, mas não é uma vitamina: as tuas células conseguem produzi-lo sozinhas. Nas membranas das células faz parte de um sistema de sinais, ou seja, ajuda a transmitir mensagens do exterior para o interior da célula.
O mio-inositol é a forma com mais investigação
Existem nove variantes de inositol, mas nos suplementos só duas contam. O mio-inositol é a forma mais abundante no organismo e também a mais estudada. O D-chiro-inositol é produzido pelo corpo a partir do mio e usa-se em quantidades muito menores, o que explica a proporção 40:1 que aparece em tantas fórmulas. Quando um rótulo diz apenas inositol, trata-se quase sempre de mio-inositol. Muitas fórmulas juntam ainda vitamina B6, um nutriente com uma alegação autorizada na União Europeia: contribui para a regulação da atividade hormonal.
Entre pó e cápsulas, decide a quantidade
As quantidades usadas na investigação com mio-inositol contam-se em gramas, não em miligramas. Uma cápsula comum no mercado português traz 500 mg, por isso chegar a dois gramas por dia significa quatro cápsulas, e a rotina começa a pesar. O pó resolve isso: dissolve-se em água ou sumo, tem sabor muito ligeiro e ligeiramente doce, e custa menos por grama. As cápsulas continuam a fazer sentido se preferes uma quantidade fixa e mais baixa, ou uma fórmula já combinada com vitaminas e minerais. É uma decisão prática, não uma questão de qualidade.
Como escolhemos o inositol que temos em catálogo
Olhamos para três coisas: a forma, a quantidade por toma e a lógica da combinação. Damos preferência ao mio-inositol, porque é a forma com mais investigação atrás. Aceitamos fórmulas 40:1 quando a quantidade de D-chiro-inositol está declarada no rótulo, e deixamos de fora misturas que escondem o inositol num complexo sem doses visíveis. Privilegiamos pós e cápsulas que permitem chegar a gramas sem tomar meia dúzia de unidades. Compramos diretamente às marcas, a nossa equipa de compliance verifica cada produto antes de ficar online e testamos lotes, com verificação por laboratórios independentes. Vê como selecionamos as marcas.
A quem se adequa e o que podes esperar
Na prática, quem procura inositol costuma fazê-lo por dois motivos: apoio na fase do ciclo menstrual e no humor, ou apoio metabólico. Sejamos claros: o inositol não tem alegações de saúde autorizadas na União Europeia. A autoridade europeia avaliou a relação com a função cognitiva em 2009 e considerou a prova insuficiente. Por isso não prometemos resultados. Dizemos-te qual é a forma, quanto contém e quem a costuma usar.
Se o teu objetivo passa sobretudo pela glucose no sangue, vale a pena olhar também para os suplementos com crómio, já que o crómio contribui para a manutenção de níveis normais de glucose no sangue. O inositol é bem tolerado pela maioria das pessoas e as quantidades mais altas podem causar desconforto digestivo. Conta com algumas semanas de toma consistente antes de avaliares se te faz sentido.
Perguntas frequentes
O inositol é um álcool de açúcar presente em todas as células do corpo. Encontra-se em leguminosas, cereais integrais, frutos secos e citrinos, e o organismo também o produz a partir da glucose. É por isso que não é considerado uma vitamina, apesar do nome popular vitamina B8. Nas membranas celulares participa na sinalização, ou seja, na passagem de mensagens químicas para dentro da célula.











