Crómio
Encontra crómio em cápsulas e comprimidos, sobretudo na forma de picolinato de crómio. Explicamos as diferenças entre as formas, que doses aparecem nos rótulos e como encaixar a toma numa refeição do dia.Ler mais →
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Formas de crómio, doses e o que o rótulo não conta
O crómio é um mineral vestigial: o corpo precisa dele em microgramas, não em miligramas. Participa no metabolismo dos hidratos de carbono, das gorduras e das proteínas. Na Europa há duas alegações aprovadas para este mineral: o crómio contribui para o metabolismo normal dos macronutrientes e para a manutenção de níveis normais de glucose no sangue. Pertence ao grupo dos minerais essenciais que obtemos em pequenas quantidades pela alimentação, sobretudo em cereais integrais, carne, brócolos e frutos secos.
As formas de crómio não são todas iguais
Nos rótulos aparecem sobretudo três formas, com absorção diferente.
- Picolinato de crómio: crómio ligado a ácido picolínico. É a forma mais estudada e a mais comum, normalmente em doses de 100 a 200 µg.
- Cloreto de crómio: forma inorgânica e barata, com absorção baixa. Vê-se sobretudo dentro de multivitamínicos.
- Levedura enriquecida com crómio: o mineral vem incorporado numa levedura. É a escolha de quem prefere formas de origem alimentar.
Existem também gotas, mas são raras. Como falamos de microgramas, a cápsula ou o comprimido dosea com mais precisão e é mais simples de usar todos os dias.
Há um detalhe de rótulo que quase ninguém explica. Alguns produtos declaram o peso do sal e não o peso do mineral. Assim, 200 µg de picolinato de crómio não são 200 µg de crómio elementar. Nós comparamos sempre o valor de crómio por cápsula, não o peso do composto.
Como escolhemos os suplementos com crómio
Olhamos para três coisas: a forma, a dose e as combinações que fazem sentido. Preferimos picolinato de crómio quando queres uma dose isolada e clara, porque é a forma mais estudada e absorve melhor do que o cloreto. Preferimos rótulos que indicam o crómio elementar por cápsula, na faixa dos 100 a 200 µg, em vez de doses muito altas sem razão aparente. Fórmulas com dez ingredientes em quantidades simbólicas não entram. Compramos diretamente às marcas e cada produto passa pela nossa equipa de conformidade antes de ficar online. Podes ver como selecionamos as marcas.
Para quem o crómio faz sentido
O crómio interessa sobretudo a quem quer apoiar o metabolismo normal dos macronutrientes e manter níveis normais de açúcar no sangue dentro de uma alimentação equilibrada. Também é procurado por quem come poucos cereais integrais ou segue refeições muito repetitivas.
No catálogo encontras crómio isolado, dentro de multivitamínicos e em fórmulas para o metabolismo. A escolha depende do que já tomas. Se o teu multivitamínico já cobre o valor de referência diário, um produto isolado só faz sentido quando queres uma dose maior e deliberada.
A pergunta que mais recebemos é se o crómio corta a vontade de doces. Aqui somos diretos: não existe alegação aprovada para o apetite e os estudos sobre peso mostram efeitos pequenos. O contributo do crómio está no metabolismo dos macronutrientes, e é aí que faz sentido usá-lo. Quem quer um apoio mais amplo costuma combinar crómio com extrato de canela e avalia o resultado em semanas, não em dias.
Duas notas honestas antes de escolheres. O crómio reduz a absorção do ferro, por isso vale a pena espaçar as tomas. E quem tem doença renal ou hepática, está grávida ou toma medicação para a glicemia deve falar com um profissional de saúde antes de começar.
Perguntas frequentes
O crómio é um mineral vestigial, ou seja, o corpo precisa dele em quantidades muito pequenas, medidas em microgramas. Está envolvido no aproveitamento dos hidratos de carbono, das gorduras e das proteínas.
Na União Europeia estão aprovadas duas alegações: o crómio contribui para o metabolismo normal dos macronutrientes e para a manutenção de níveis normais de glucose no sangue. Tudo o que vá além disto, como perda de peso garantida, não tem alegação aprovada.



