Ferro
Encontra suplementos de ferro em bisglicinato, sulfato ferroso e fórmulas líquidas, com ou sem vitamina C. Explicamos que forma se tolera melhor, como tomar o ferro para absorver mais e para quem faz sentido.Ler mais →
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Formas de ferro, doses e absorção: o que olhar antes de escolher
O ferro é um mineral que o corpo não fabrica: tem de vir da alimentação ou de um suplemento. Faz parte da hemoglobina, a proteína dos glóbulos vermelhos que leva o oxigénio aos tecidos. Segundo as alegações aprovadas na Europa, o ferro contribui para a formação normal de glóbulos vermelhos e de hemoglobina, para o transporte normal de oxigénio no organismo, para o metabolismo energético normal, para a função cognitiva normal e para o funcionamento normal do sistema imunitário. Contribui também para reduzir o cansaço e a fadiga.
A forma decide a tolerância, não só a absorção
Entre os minerais que vendemos, o ferro é aquele em que a forma química mais se nota no dia a dia. O sulfato ferroso é barato e muito estudado, mas é a forma que mais vezes provoca náuseas, azia ou prisão de ventre. É por isso que muita gente desiste a meio. O bisglicinato ferroso liga o ferro a duas moléculas de glicina, um aminoácido, e chega ao intestino mais protegido, pelo que costuma ser melhor tolerado. O gluconato e o fumarato ferroso ficam entre os dois. As formas líquidas e os tónicos com ervas facilitam a dose em crianças e em quem não engole cápsulas, mas têm um sabor metálico marcado.
O número que conta é o ferro elementar
Um rótulo com 200 mg de bisglicinato ferroso não dá 200 mg de ferro. O valor útil é o ferro elementar, o que aparece na tabela nutricional em mg e em percentagem do valor de referência. A maior parte das doses que encontras aqui fica entre 14 mg e 30 mg. Doses altas não significam mais ferro aproveitado: o intestino absorve uma fração e o resto tende a causar incómodo. Muitas fórmulas juntam vitamina C, que aumenta a absorção do ferro de origem vegetal, o chamado ferro não-heme.
Como escolhemos o ferro que vendemos
Olhamos primeiro para a forma, depois para a dose e só no fim para as combinações. Damos preferência a formas queladas como o bisglicinato, porque quem tolera o suplemento é quem o toma até ao fim. Mantemos sulfato ferroso e formas líquidas, porque há situações em que continuam a ser a escolha certa. Não aceitamos doses altas sem justificação, nem rótulos que escondem o ferro elementar atrás do peso do sal. Compramos diretamente às marcas, a nossa equipa de conformidade valida cada produto antes de ficar online e testamos lotes por amostragem com laboratórios independentes. Podes ver como selecionamos as marcas.
Para quem faz sentido e o que podes esperar
O ferro é sobretudo procurado por:
- mulheres com menstruações abundantes;
- quem segue uma alimentação vegana ou vegetariana, em que o ferro vem quase todo de leguminosas e vegetais;
- atletas de resistência, que perdem mais ferro pelo suor e pelo impacto;
- quem recuperou de perdas de sangue ou fez cirurgia ao estômago.
Sê realista com o calendário. O cansaço ligado a ferro baixo raramente muda em dois dias: conta com duas a três semanas de toma consistente antes de notares diferença, e vários meses para repor as reservas. O lado bom é que essas reservas, uma vez cheias, mantêm-se com pouco esforço. Análises de ferritina antes e depois são a forma mais simples de saber se a dose que tomas está a fazer o trabalho.
Perguntas frequentes
O ferro faz parte da hemoglobina, a proteína dos glóbulos vermelhos que transporta o oxigénio dos pulmões para o resto do corpo. Também participa em enzimas ligadas à produção de energia nas células. Pelas alegações aprovadas na Europa, o ferro contribui para a formação normal de glóbulos vermelhos e de hemoglobina, para o transporte normal de oxigénio, para o metabolismo energético normal, para a função cognitiva normal e para o funcionamento normal do sistema imunitário. Ajuda ainda a reduzir o cansaço e a fadiga.








