Sistema imunitário
Encontre suplementos para o sistema imunitário: vitamina C, vitamina D3, zinco, selénio, probióticos e extratos de plantas. Explicamos que formas absorvem melhor, que doses fazem sentido e o que a EFSA aprovou.Ler mais →
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Vitaminas e minerais para as defesas do organismo
O sistema imunitário trabalha todos os dias, não apenas no inverno. Para funcionar normalmente, precisa de nutrientes que o corpo consome de forma contínua. Nesta seleção juntamos os que têm afirmações aprovadas pela EFSA, a autoridade europeia de segurança alimentar. A vitamina C contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário. O mesmo está aprovado para a vitamina D, o zinco e o selénio. Cada nutriente tem a sua própria afirmação, por isso tratamos cada um em separado e não os apresentamos como uma combinação com efeito próprio. Esta página faz parte do pilar IMMUNITY + VITALITY.
A forma no rótulo decide o que o corpo aproveita
Duas cápsulas com o mesmo número no rótulo podem dar resultados diferentes. A diferença está na forma do ingrediente.
- Vitamina D3 (colecalciferol): é a forma que escolhemos, porque faz subir os níveis de forma mais estável do que a D2. Veja os produtos com vitamina D3.
- Zinco em bisglicinato ou citrato: absorve-se melhor do que o óxido de zinco, que é barato mas rende pouco.
- Vitamina C tamponada, como o ascorbato de cálcio: mais suave para o estômago do que o ácido ascórbico puro.
- Probióticos com estirpe indicada: procuramos o nome completo da estirpe e as UFC garantidas até ao fim do prazo, não apenas na data de fabrico.
- Extratos padronizados de equinácea ou de sabugueiro: dizem quanto do componente ativo contêm. Nota honesta: estas plantas não têm afirmações aprovadas na Europa, por isso não lhes atribuímos efeitos.
Para quem esta seleção faz sentido
Entre outubro e março, o sol em Portugal é fraco demais para muitas pessoas produzirem vitamina D suficiente. Quem trabalha dentro de portas, tem pele mais escura ou passa dos 65 anos entra facilmente nesse grupo. Quem come pouca ou nenhuma carne aproveita menos o zinco dos alimentos, porque os fitatos dos cereais e das leguminosas travam a absorção. Nesses casos vale a pena ver as opções de zinco numa forma quelatada. Para treino intenso ou viagens longas, a escolha costuma ser mais simples: um multivitamínico com doses realistas em vez de cinco frascos.
Como selecionamos os produtos desta página
Olhamos para três coisas: a forma, a dose e as combinações que fazem sentido. Aceitamos vitamina D3 num óleo transportador, porque é uma vitamina que precisa de gordura para ser absorvida. Preferimos zinco em forma quelatada e recusamos fórmulas com doze ingredientes em quantidades simbólicas. Compramos diretamente às marcas, sem intermediários, e a nossa equipa de compliance verifica cada produto antes de ficar online. Testamos produtos nós mesmos e laboratórios independentes fazem controlos por amostragem. Com mais de dez anos de experiência, damos aqui o conselho que daríamos à nossa própria mãe: veja como selecionamos.
Seja realista com o que um frasco pode fazer. Nenhum suplemento substitui sono, refeições variadas e movimento, e nenhum impede que adoeça. O que um suplemento faz é cobrir uma falha na alimentação, para que o sistema imunitário funcione normalmente. Com a vitamina D, os níveis no sangue sobem ao longo de semanas. Com probióticos, conte com duas a três semanas de uso consistente antes de avaliar. Para outras metas ligadas à imunidade, veja os objetivos de saúde relacionados.
Perguntas frequentes
São produtos que fornecem nutrientes ligados ao funcionamento normal das defesas do organismo. Os principais são a vitamina C, a vitamina D, o zinco e o selénio, que têm afirmações aprovadas na Europa. Ao lado deles existem plantas como a equinácea e o sabugueiro e ainda probióticos, sem afirmações aprovadas. Servem para cobrir falhas na alimentação ou na exposição solar, não para tratar nada.

























