Ómega 6
Aqui encontras ómega 6 em cápsulas e em óleo: sobretudo GLA de onagra e de borragem, além de fórmulas com ácido linoleico. Explicamos as diferenças entre as formas, as doses habituais e quando faz sentido suplementar.Ler mais →
Filtros
Disponibilidade
Forma
Dieta
Objetivo
Preço
Do ácido linoleico ao GLA: o que muda entre as fontes de ómega 6
Ómega 6 é uma família, não um único nutriente
O ómega 6 reúne várias gorduras polinsaturadas. A principal é o ácido linoleico, a única da família que o corpo não consegue produzir. A partir dele, o organismo forma outras gorduras, entre elas o ácido gama-linolénico (GLA). Essa transformação depende de uma enzima, a delta-6-dessaturase. O seu trabalho pode tornar-se mais lento com a idade ou com hábitos como o álcool e o tabaco.
Ácido linoleico não falta à maioria das pessoas. Está nos óleos de girassol, milho e soja, nos frutos secos e nas sementes. Por isso, quem compra ómega 6 em cápsulas procura quase sempre GLA já pronto. Encontras esta categoria dentro dos nossos ácidos gordos, ao lado do ómega-3 de peixe e de algas.
As fontes de GLA não são equivalentes
- Óleo de onagra: cerca de 8 a 10% de GLA. É a fonte mais conhecida e mais usada em Portugal.
- Óleo de borragem: cerca de 20% de GLA, ou seja, mais GLA na mesma cápsula.
- Óleo de groselha negra: teor intermédio de GLA, com algum ómega 3 na mesma semente.
- Fórmulas 3-6-9: práticas, mas dividem o espaço da cápsula por três óleos. O GLA acaba em quantidades baixas.
Na prática, a escolha resume-se a duas contas: quanto GLA por toma e quantas cápsulas por dia. Se preferes a via mais concentrada, vê as cápsulas com óleo de borragem. Se preferes a fonte mais estudada e doses menores, a onagra faz mais sentido.
Como selecionamos os produtos com ómega 6
Olhamos primeiro para o GLA declarado, não para os miligramas de óleo. 1000 mg de óleo dizem pouco, 200 mg de GLA dizem muito. Preferimos óleos prensados a frio, sem hexano, e fórmulas com vitamina E, porque estas gorduras oxidam com facilidade. No óleo de borragem pedimos análise a alcaloides pirrolizidínicos, compostos naturais da planta que devem ser removidos. Compramos diretamente às marcas, a nossa equipa de compliance valida cada rótulo e testamos os produtos, com laboratórios independentes a verificar lotes. Podes ver como selecionamos.
Para quem faz sentido, e o que esperar
Estes suplementos são procurados sobretudo por mulheres, em torno do ciclo e da menopausa, e por quem tem pele seca e reativa. Somos claros sobre os limites: a autoridade europeia de segurança alimentar não aprovou efeitos para o GLA. Quem compra GLA compra uma gordura bem caracterizada e uma dose conhecida, não um resultado garantido. Se experimentares, dá tempo. A maioria das pessoas avalia o efeito depois de oito a doze semanas de uso diário.
Sobre o rácio entre ómega 6 e ómega 3: é um tema muito citado, mas a autoridade europeia não definiu um valor de referência para essa proporção. O que faz diferença na alimentação é aumentar o ómega 3, não cortar o ómega 6. O único efeito aprovado nesta família pertence ao ácido linoleico, que contribui para a manutenção de níveis normais de colesterol no sangue, com uma ingestão diária de 10 g. Nenhuma cápsula chega a esse valor, e por isso não vendemos ómega 6 como apoio ao colesterol.
Toma as cápsulas com uma refeição que tenha alguma gordura, para melhor absorção. Guarda a embalagem num local fresco e fechado, ao abrigo da luz.
Perguntas frequentes
O ómega 6 é um grupo de gorduras polinsaturadas. O membro essencial é o ácido linoleico, que o corpo não produz e tem de vir da comida. Está nos óleos de girassol, milho e soja, nos frutos secos, nas sementes de abóbora e de girassol, na gema de ovo e na carne. Outros membros da família, como o ácido gama-linolénico (GLA) e o ácido araquidónico, o corpo consegue formar a partir do ácido linoleico.


