Géis energéticos
Encontra géis energéticos com e sem cafeína, em gel líquido ou hidrogel, com 20 a 40 g de hidratos de carbono por dose. Explicamos que proporção de glicose e frutose escolher, quando tomar e como testar antes da prova.Ler mais →
Filtros
Disponibilidade
Marca
Forma
Dieta
Objetivo
Preço
Como escolher um gel energético para corrida, ciclismo e trail
Um gel energético é um concentrado de hidratos de carbono numa embalagem de bolso. Uma dose típica dá 20 a 40 g de hidratos de carbono, numa textura que se engole em movimento. Faz sentido quando as reservas de glicogénio, o açúcar guardado nos músculos, começam a baixar. Isso acontece normalmente depois de 60 a 90 minutos de esforço intenso.
A mistura de hidratos de carbono decide a tolerância
Quase todos os géis combinam duas fontes: glicose (muitas vezes como maltodextrina, uma cadeia de glicose) e frutose. As duas usam vias de absorção diferentes no intestino. Por isso a mistura permite ingerir mais hidratos de carbono por hora do que a glicose sozinha. É por aqui que esta parte dos suplementos para desporto mais evoluiu nos últimos anos.
- 2:1 (glicose para frutose): a proporção clássica, bem tolerada pela maioria.
- 1:0,8: mais frutose, pensada para quem quer ingerir mais hidratos de carbono por hora em provas longas.
Cafeína, sódio e textura mudam a experiência
A cafeína aparece entre 25 e 100 mg por gel. Muitos atletas alternam géis com e sem cafeína para controlar a dose total ao longo de uma prova. O sódio varia muito, de menos de 50 mg a mais de 200 mg por dose: com calor ou muito suor, faz sentido juntar aos géis as pastilhas de eletrólitos. Quanto à textura, os géis líquidos passam quase sem água, os espessos pedem alguns goles, e os hidrogéis prendem os hidratos de carbono numa rede de gel suave que só se desfaz no intestino.
Alguns géis levam ainda vitaminas do complexo B. As alegações aprovadas na Europa são claras: a vitamina B1 contribui para um metabolismo energético normal, e as vitaminas B6 e B12 contribuem para a redução do cansaço e da fadiga. É um extra útil, não o motivo principal para escolher um gel.
Como escolhemos os géis energéticos
Olhamos primeiro para o rótulo: gramas de hidratos de carbono por dose, proporção de glicose e frutose, sódio e cafeína. Só ficamos com marcas cuja composição é clara e coerente com o esforço a que se destina, e compramos diretamente às marcas, sem intermediários. Cada produto passa pela nossa equipa de compliance antes de ficar online, testamos os géis nós mesmos e laboratórios independentes verificam lotes por amostragem. Escolhemos por resultado, não por margem. Por isso mantemos sabores neutros ao lado dos mais doces: depois de três horas de esforço, o sabor é metade da decisão. Aqui podes ver como selecionamos as marcas.
Para quem faz sentido, e quando não faz
Em treinos abaixo de uma hora, um gel raramente acrescenta algo, porque as tuas reservas bastam. A partir de uma meia maratona, de saídas longas de ciclismo ou de trail, a diferença nota-se na parte final. Se nunca usaste géis, testa-os em dois ou três treinos longos antes da prova. O intestino também se treina, e o desconforto de estômago vem quase sempre de doses grandes de uma vez, de pouca água ou de um produto estreado no dia da competição. Para quem pratica desporto de resistência com regularidade, vale a pena levar dois sabores diferentes na mochila.
Perguntas frequentes
É um concentrado de hidratos de carbono em formato semilíquido, embalado em doses individuais de 20 a 40 g de hidratos de carbono. Serve para dar combustível durante o esforço, quando as reservas de glicogénio dos músculos vão baixando, normalmente a partir dos 60 a 90 minutos de exercício intenso. A vantagem sobre uma barra ou fruta é prática: engole-se em movimento, sem mastigar, e cabe num bolso do calção.







