Clorofila
Encontre clorofila líquida em gotas, cápsulas e pó, quase sempre na forma de clorofilina de alfafa. Explicamos porque a forma solúvel em água é melhor absorvida, quanto tomar por dia e o que o cobre acrescenta.Ler mais →
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Clorofila líquida e clorofilina: formas, doses e expectativas realistas
Da folha ao frasco: clorofila e clorofilina
A clorofila é o pigmento que dá cor verde às folhas, às algas e a vegetais como os espinafres e os brócolos. Na planta, capta a luz do sol. No centro da molécula está o magnésio.
Essa clorofila natural é solúvel em gordura e pouco estável fora da folha. Por isso, a maior parte dos suplementos usa clorofilina, uma versão em que o magnésio é substituído por cobre e sódio. A clorofilina dissolve-se em água, mantém-se estável no frasco e é melhor absorvida. É por isso que o rótulo das gotas indica muitas vezes clorofilina de cobre e sódio, e não simplesmente clorofila. Alguns extratos líquidos mantêm a clorofila da planta: nesse caso, a concentração aparece como percentagem de clorofilas no extrato.
O que muda entre líquido, cápsulas e pó
A matéria-prima mais comum na Europa é a alfafa (Medicago sativa). A urtiga também é usada. As diferenças práticas são simples:
- Líquido e gotas: permitem ajustar a dose ao mililitro e costumam ter aroma de menta. Alguns são apenas pasteurizados, sem conservantes, e devem ir para o frigorífico depois de abrir.
- Cápsulas e comprimidos: sem sabor e fáceis de levar na mala, com dose fixa.
- Pó: mistura-se em água e serve para quem prefere uma dose maior num só copo.
Se preferir alimentos verdes inteiros em vez de um pigmento isolado, as algas são a alternativa lógica. Nesse caso, veja a Chlorella, que fornece também proteína e outros nutrientes da própria alga.
Como escolhemos os produtos com clorofila
Ao selecionar, olhamos primeiro para a forma. Preferimos clorofilina solúvel em água, porque é melhor aproveitada do que a clorofila solúvel em gordura. Depois vemos a dose: o rótulo tem de indicar os miligramas de clorofila por porção, não apenas os mililitros. E vemos o cobre, porque a clorofilina traz cobre consigo e queremos saber quanto. Compramos diretamente às marcas, sem intermediários, e cada produto passa pela nossa equipa de conformidade antes de ficar online. Testamos os produtos nós mesmos e laboratórios independentes verificam lotes por amostragem. Aqui pode ver como selecionamos as marcas.
O que a clorofila pode e não pode prometer
Sejamos diretos: na União Europeia não existe nenhuma alegação de saúde aprovada para a clorofila. A fama de produto detox vem do marketing, não de uma avaliação da autoridade europeia de segurança alimentar (EFSA). O que existe é uma alegação aprovada para o cobre, mineral que a clorofilina fornece: o cobre contribui para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis. Essa alegação só se aplica quando o produto fornece cobre suficiente, e isso vem indicado no rótulo. Com o mesmo enquadramento, encontra outras opções na nossa gama de antioxidantes.
Na prática, quem compra clorofila usa-a como um extra simples numa rotina que já inclui vegetais verdes, não como substituto deles. Se decidir experimentar, dê-lhe duas a três semanas de uso regular antes de concluir se lhe assenta bem. Fezes ou urina com tom esverdeado são normais e passam quando para. Doses altas podem causar desconforto digestivo: nesse caso, reduza a quantidade. Para comparar com outras opções vegetais, percorra a nossa seleção de plantas e extratos.
Perguntas frequentes
A clorofila é o pigmento verde das plantas, das algas e dos vegetais de folha escura. Na planta, capta a luz do sol para a fotossíntese. Como o consumo de vegetais verdes é baixo em muitas rotinas, o pigmento passou a ser vendido isolado, sobretudo em gotas com sabor de menta. Nos suplementos aparece quase sempre concentrado a partir de alfafa ou urtiga, num extrato purificado e estabilizado.



