Aloe vera
Encontra aqui extrato de aloe vera em cápsulas, sumo e gel para beber. Explicamos a diferença entre o gel do interior da folha e a folha inteira, o que significa um extrato 200:1 e como tomar aloé no dia a dia.Ler mais →
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Gel do interior da folha, sumo ou cápsulas: as formas de aloé vera explicadas
O aloe vera, também escrito aloé vera, é uma planta suculenta da espécie Aloe barbadensis Miller. A folha tem duas partes muito diferentes. No centro está o gel transparente, feito de água e polissacarídeos, que são açúcares de cadeia longa. Junto à casca existe uma camada amarela e amarga, o látex, que contém aloína. Saber de que parte da folha vem o produto é o essencial na escolha.
O gel do interior da folha e a folha inteira não são a mesma coisa
Nos sumos e nas cápsulas feitos do gel interior, a aloína é retirada por filtração e fica apenas em níveis vestigiais. Os extratos de folha inteira levam mais compostos da casca, os derivados de hidroxiantracenos, entre eles a aloína e a aloe-emodina. A EFSA avaliou estes compostos e apontou preocupações de segurança. Por isso, dentro das nossas plantas e extratos vegetais, ficamos pelo gel do interior da folha.
O que significa 200:1 num rótulo de aloé
Muitas cápsulas indicam 200:1. Quer dizer que 200 partes de gel foram concentradas numa parte de pó. Assim, 100 mg desse pó correspondem a 20.000 mg de gel fresco. Números grandes na embalagem, como 100.000 mg, são a mesma conta escrita de outra maneira. Um valor alto não indica um produto melhor. Olha para a parte da folha usada e para o controlo da aloína.
Como escolhemos os produtos com aloé
Começamos pela parte da planta. Só trabalhamos com sumos e extratos do gel do interior da folha, com a aloína controlada até níveis vestigiais, e não com extratos de folha inteira. Depois vemos a dose e a forma: o sumo permite ajustar a quantidade, a cápsula dá uma dose fixa e sem sabor. As combinações só entram quando são simples e fazem sentido, por exemplo aloé com vitamina C. Compramos diretamente às marcas, a nossa equipa de conformidade verifica cada rótulo e mandamos analisar lotes em laboratórios independentes. Vê como selecionamos as marcas.
Para quem faz sentido
A maioria das pessoas procura aloé por causa do conforto digestivo e como parte de uma rotina diária simples. Sejamos claros: na União Europeia não existem alegações de saúde aprovadas para o aloé vera, por isso não prometemos efeitos. O que podemos garantir é a origem, a forma e a pureza do que compras, e é sobre isso que damos informação.
Há dois pontos práticos que vale a pena saber antes de comprar. O sumo tem sabor amargo e uma textura própria, precisa de frigorífico depois de aberto e costuma consumir-se em cerca de dois meses. As cápsulas resolvem o sabor e viajam melhor, mas não permitem ajustar a dose com a mesma facilidade.
- Sumo ou gel para beber: dose flexível, ideal para quem já toma um copo de água pela manhã.
- Cápsulas com extrato concentrado: dose fixa, sem sabor, prático fora de casa.
- Saquetas em pó: misturam-se numa bebida, úteis para quem não gosta de engolir cápsulas.
Dá tempo ao produto. Conta com duas a três semanas de uso consistente antes de avaliares se te serve. Se o que procuras é sobretudo fibra para o trânsito intestinal, a casca de psyllium é uma opção mais direta e mais fácil de dosear.
Perguntas frequentes
É um concentrado obtido das folhas do aloe vera, normalmente da espécie Aloe barbadensis Miller. O gel transparente do interior da folha é filtrado, concentrado e, muitas vezes, seco em pó. Esse pó vai para cápsulas, ou o gel é engarrafado como sumo. Os componentes mais falados são os polissacarídeos, açúcares de cadeia longa naturalmente presentes no gel. A parte amarga junto à casca, rica em aloína, é retirada nos produtos que selecionamos.




