Ginkgo Biloba
Encontra Ginkgo Biloba em cápsulas, comprimidos e extratos líquidos, com folha em pó ou extrato padronizado 50:1. Explicamos o que significa 24/6 no rótulo, como escolher a dose e quando é melhor evitar.Ler mais →
Filtros
Disponibilidade
Marca
Forma
Dieta
Objetivo
Preço
Extrato padronizado, folha em pó e o que muda na prática
O Ginkgo biloba é uma árvore originária da China e uma das plantas mais vendidas na Europa. Os suplementos usam a folha, nunca a semente: as sementes cruas ou torradas são tóxicas. Na folha interessam dois grupos de substâncias, os flavonoglicosídeos e as lactonas terpénicas. É por elas que os extratos são padronizados, tal como acontece com outras plantas e extratos que vendemos.
Folha em pó e extrato padronizado dão produtos diferentes
Nos rótulos encontras sobretudo três tipos de produto:
- Extrato seco padronizado 50:1, com 24% de flavonoglicosídeos e 6% de lactonas terpénicas. É o perfil usado na maior parte da investigação.
- Folha em pó, por vezes combinada com uma pequena dose de extrato. Custa menos, mas o teor de substâncias ativas varia mais.
- Extratos líquidos e tinturas, úteis para quem não gosta de engolir cápsulas, com dose menos precisa.
Desconfia de números grandes como 4000 mg ou 3400 mg no rótulo. Quase sempre indicam o equivalente em folha, não a quantidade de extrato dentro da cápsula. Um extrato 50:1 concentra cinquenta quilos de folha em um quilo de pó, por isso 80 mg de extrato podem corresponder a 4000 mg de folha. O valor que comparamos entre produtos é sempre o miligrama de extrato padronizado por dose diária.
Na prática, a maioria dos produtos indica uma a duas tomas por dia, à refeição. Dividir a dose em duas tomas é comum nos estudos e ajuda quem tem o estômago sensível. Guardar o frasco ao abrigo da luz também conta, porque os flavonoides degradam-se com calor e humidade.
Sobre efeitos, preferimos ser claros
As alegações de saúde para plantas como o Ginkgo estão em suspenso na União Europeia. A autoridade europeia de segurança alimentar (EFSA) ainda não concluiu a avaliação das alegações sobre plantas. Por isso não prometemos aqui melhor memória nem melhor circulação. Preferimos dizer o que é verificável: em Portugal, os suplementos com Ginkgo são notificados à DGAV, sem avaliação prévia de eficácia. Se o teu objetivo é apoio na memória e concentração, compara também nutrientes que já têm alegações aprovadas, como algumas vitaminas do complexo B.
Como escolhemos os produtos com Ginkgo Biloba
Escolhemos pela forma, pela dose e pelas combinações. Damos prioridade a extratos secos padronizados a 24% de flavonoglicosídeos e 6% de lactonas terpénicas, porque assim sabes o que recebes em cada cápsula, lote após lote. Olhamos para a dose por toma, para não precisares de quatro cápsulas para chegar às doses estudadas. Aceitamos combinações com lógica, por exemplo com vitaminas do complexo B, e deixamos de fora fórmulas com dez plantas em quantidades simbólicas. Compramos diretamente às marcas, testamos produtos e cada referência passa pela nossa equipa de conformidade antes de ficar online. Vê como selecionamos marcas e produtos.
Para quem faz sentido, e quem deve ter cuidado
O Ginkgo interessa sobretudo a adultos em fases de trabalho mental exigente e a pessoas mais velhas que já conhecem a planta. Não é um produto de resultado imediato: a monografia europeia para medicamentos à base de folha de Ginkgo prevê pelo menos oito semanas de uso continuado, e a mesma paciência faz sentido com suplementos. Há situações em que não é indicado, como a gravidez, o aleitamento ou a toma de anticoagulantes. Nesses casos, fala primeiro com o teu médico ou farmacêutico. Se preferires outro ponto de partida, muitas pessoas começam por cápsulas de ginseng.
Perguntas frequentes
O Ginkgo biloba é uma árvore originária da China, muito plantada hoje em toda a Europa. Os suplementos usam a folha, seca e transformada em pó ou em extrato concentrado. As substâncias que interessam são os flavonoglicosídeos e as lactonas terpénicas, presentes na folha em pequenas quantidades. A semente não é usada em suplementos: crua ou torrada, é tóxica. Por isso o rótulo indica sempre folha, ou folium em latim.




