Iodo
Aqui encontra iodo em cápsulas, comprimidos e gotas, na forma de iodeto de potássio ou de algas kelp. Explicamos as diferenças entre estas formas, que dose faz sentido no dia a dia e a quem se adequam.Ler mais →
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Como escolher um suplemento de iodo
O iodo é um oligoelemento: um mineral de que o corpo precisa em quantidades muito pequenas. O organismo não o produz, por isso chega apenas pela alimentação, sobretudo pescado, marisco, lacticínios e sal iodado. A tiroide usa o iodo para formar as suas hormonas. O iodo contribui para a produção normal de hormonas tiroideias e para o normal funcionamento da tiroide. Contribui também para o normal metabolismo produtor de energia, para a função cognitiva normal e para a manutenção de uma pele normal.
Em Portugal o tema não é teórico. Um estudo com 3631 grávidas, em 17 maternidades, mostrou um aporte de iodo abaixo do recomendado pela Organização Mundial de Saúde, com valores mais baixos nos Açores, na Madeira e no interior do continente. Quem come pouco peixe e poucos lacticínios, ou trocou o sal iodado por flor de sal e sal marinho, fica facilmente com um aporte curto. Entre os minerais essenciais, o iodo é dos mais fáceis de esquecer.
Iodeto de potássio e algas kelp diferem na previsibilidade da dose
Existem duas rotas para o iodo num suplemento, e a diferença prática é simples.
- Iodeto de potássio ou iodato de potássio: a quantidade por comprimido é fixa. Sabe exatamente quantos microgramas toma por dia.
- Iodo de algas, como o kelp: vem de uma fonte marinha e traz outros minerais. O teor de iodo das algas varia muito entre colheitas, por isso o rótulo tem de indicar um valor padronizado por dose.
Nenhuma das duas formas é superior por natureza. A escolha depende de preferir uma dose exata ou uma fonte de origem vegetal.
Como escolhemos os produtos com iodo
Começamos pela forma e pela dose. Só trabalhamos com produtos que declaram os microgramas de iodo por dose, seja iodeto de potássio, seja extrato de alga padronizado, porque sem esse número não consegue somar o que já recebe da alimentação. Doses muito acima das necessidades não trazem vantagem, por isso não damos espaço a produtos com quantidades desproporcionadas de algas. Compramos diretamente às marcas, a nossa equipa de conformidade verifica cada produto antes de ficar online e testamos por amostragem, com apoio de laboratórios independentes. Pode ver como selecionamos as marcas.
Para quem faz sentido e o que esperar
O iodo interessa sobretudo a quem come pouco produto do mar e poucos lacticínios, a quem usa sais sem iodo e a quem tem uma alimentação de base vegetal. Nesses casos, uma dose de 100 a 150 µg cobre a diferença sem exageros. Muitos rótulos juntam iodo e suplementos com selénio: se usar os dois, some as doses e confirme os totais do dia.
Sejamos claros quanto ao efeito: o iodo não dá uma sensação imediata. O valor está em manter um aporte estável ao longo dos meses, tal como acontece com a vitamina B12 em cápsulas numa alimentação vegetal. Quem tem doença da tiroide, quem toma medicação para a tiroide e quem está grávida ou a amamentar deve falar primeiro com o médico, porque aí a dose certa é uma decisão clínica e não uma escolha de prateleira.
Perguntas frequentes
O iodo é um mineral presente em pequenas quantidades no solo, na água do mar e nos alimentos que dela vêm. O corpo não o fabrica, por isso depende do que come. A tiroide concentra o iodo e usa-o como matéria-prima das suas hormonas, que definem o ritmo do metabolismo. Por isso o iodo contribui para a produção normal de hormonas tiroideias e para o normal funcionamento da tiroide, e também para o normal metabolismo produtor de energia.







