Crescimento do cabelo
Suplementos para o crescimento do cabelo em cápsulas, gomas e pó: biotina, zinco, selénio, silício e colagénio. Explicamos que formas e doses fazem sentido, o que a lei permite afirmar e quando esperar resultados.Ler mais →
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Suplementos para o crescimento do cabelo em cápsulas, gomas e pó: biotina, zinco, selénio, silício e colagénio. Explicamos que formas e doses fazem sentido, o que a lei permite afirmar e quando esperar resultados.Ler mais →
O cabelo cresce cerca de um centímetro por mês. Esse ritmo depende da genética, das hormonas e da fase em que cada folículo se encontra. Um suplemento não acelera esse relógio. O que pode fazer é dar ao folículo os nutrientes que ele usa para produzir queratina, a proteína de que o fio é feito. Isso conta sobretudo quando a alimentação é pouco variada, depois de uma gravidez, em dietas muito restritivas ou depois de meses de stress. Quem quer um plano mais amplo encontra também a nossa seleção para cabelo, pele e unhas.
Na Europa, só alguns ingredientes têm alegações aprovadas ligadas ao cabelo. O zinco e o selénio contribuem para a manutenção de cabelo normal. A biotina contribui igualmente para a manutenção de cabelo normal. A vitamina B6 contribui para a síntese normal de cisteína, um aminoácido presente na queratina. O ferro contribui para o transporte normal de oxigénio no organismo. Se já toma um multivitamínico, muitas vezes é mais simples reforçar apenas um nutriente, por exemplo com zinco em cápsulas.
O silício e o colagénio aparecem em quase todas as fórmulas para o cabelo, mas não têm alegação aprovada para o crescimento capilar. Dizemos isto de forma clara: escolhemos silício orgânico pela pele e pelas unhas, não por uma promessa que a lei não reconhece. A biotina também merece nuance. Doses de 5000 µg são comuns, muito acima dos 50 µg usados como referência no rótulo, e doses altas podem alterar resultados de análises de sangue, incluindo as da tiroide.
Em fórmulas completas, veja se cada ingrediente aparece numa dose que se justifica. Listas com vinte nomes em quantidades simbólicas servem mais o rótulo do que a pessoa.
Olhamos primeiro para a forma, depois para a dose e só no fim para a combinação. Preferimos zinco em formas bem absorvidas, como o bisglicinato, doses próximas das necessidades diárias em vez de as multiplicar sem razão, e fórmulas curtas em vez de listas intermináveis. Somos neutros em relação às marcas: compramos diretamente a elas, sem intermediários, e cada produto passa pela nossa equipa de conformidade antes de ficar online. Testamos nós próprios e laboratórios independentes verificam lotes por amostragem. Pode ver como selecionamos as marcas.
Estes produtos fazem mais sentido para quem tem cabelo fino, quebradiço ou uma queda ligada a uma fase concreta, como o pós-parto ou a mudança de estação. Conte com três meses de toma consistente antes de avaliar, porque o cabelo cresce devagar e o que ganha hoje só se vê algumas semanas depois. Se a queda é acentuada, com zonas visivelmente mais ralas, procure aconselhamento médico: aí o suplemento é apoio nutricional, não a resposta principal. Se está grávida, tenha atenção à vitamina A na forma de retinol, que não é recomendada em doses elevadas nesta fase.
São suplementos alimentares que fornecem vitaminas, minerais, aminoácidos ou proteínas usados pelo folículo, a estrutura na pele onde o fio nasce. Não fazem o cabelo crescer mais depressa do que a genética permite. Servem para cobrir aquilo que falta, sobretudo em fases de alimentação desequilibrada, dietas restritivas, pós-parto ou stress prolongado. Encontra-os em cápsulas, comprimidos, gomas, pó e líquido, com um só nutriente ou em fórmulas combinadas.
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