Multivitaminas
Multivitaminas em comprimidos, cápsulas, gomas e líquido, para adultos, homens, mulheres e crianças. Explicamos que formas de vitaminas e minerais escolhemos, o que ver no rótulo e quando faz sentido uma fórmula completa.Ler mais →
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O que distingue um bom multivitamínico
Um multivitamínico é uma base, não um substituto
Um multivitamínico reúne numa só toma diária várias vitaminas e minerais, quase sempre em doses próximas dos valores de referência europeus. Serve para cobrir falhas pequenas e repetidas na alimentação. Não serve para corrigir uma carência confirmada em análises: nesse caso, um produto isolado com dose mais alta é mais adequado. Se prefere trabalhar nutriente a nutriente, encontra cada uma das vitaminas em separado.
A forma de cada nutriente diz mais do que o número de ingredientes
Quase todos os rótulos prometem "de A a zinco" ou "26 nutrientes". A diferença real está noutro lado: em que forma química vem cada nutriente e que dose leva.
- Vitamina B12: a metilcobalamina já está na forma que o corpo usa. A cianocobalamina é mais estável e mais barata, mas o organismo precisa de a converter.
- Folato: o metilfolato, indicado nos rótulos como 5-MTHF, dispensa essa conversão. O ácido fólico não.
- Vitamina D: a D3 (colecalciferol) faz subir os níveis no sangue de forma mais eficaz do que a D2.
- Magnésio e zinco: as formas ligadas a aminoácidos ou a ácidos orgânicos, como o bisglicinato e o citrato, absorvem-se melhor do que o óxido. O óxido ocupa pouco espaço no comprimido, o que ajuda o fabricante, não a absorção.
- Vitamina E: a forma natural d-alfa-tocoferol é melhor aproveitada do que a sintética dl-alfa-tocoferol.
As doses seguem duas lógicas diferentes. As vitaminas do complexo B e a vitamina C são hidrossolúveis, dissolvem-se em água e o excesso sai na urina. As vitaminas A, D, E e K são lipossolúveis, dissolvem-se em gordura e acumulam-se no corpo. Por isso olhamos com mais cuidado para estas quatro, sobretudo se já toma Minerais ou vitaminas isoladas em paralelo.
Como escolhemos os multivitamínicos que vendemos
Não escolhemos pelo número de ingredientes. Olhamos para três coisas: a forma de cada nutriente, a dose e as combinações que fazem sentido, como a vitamina D3 com K2 numa só fórmula. Preferimos as formas já ativas quando a diferença de absorção é real e não pagamos por doses altas onde não acrescentam nada. Compramos diretamente às marcas, sem intermediários, e cada produto passa pela nossa equipa de compliance antes de ficar online. Testamos os produtos e laboratórios independentes verificam lotes por amostragem. Pode ver como selecionamos marcas e produtos.
Para quem faz sentido, e o que esperar
Uma fórmula completa costuma interessar a quem come pouco variado, segue uma dieta vegetariana ou vegana, tem apetite reduzido, treina muito ou passou por cirurgia bariátrica. Há também fórmulas por fase da vida, com mais ferro para mulheres em idade fértil ou mais vitamina D a partir dos 50 anos. Se procura algo mais direcionado, veja as fórmulas combinadas de vitaminas e minerais.
Vale ser realista quanto ao efeito. Um multivitamínico não se sente ao segundo dia. Com uso diário e consistente, conte com duas a três semanas antes de notar diferença, e sobretudo se havia de facto uma falha na alimentação. O valor está na regularidade: uma toma por dia, sempre à mesma refeição, rende mais do que doses altas de vez em quando.
Perguntas frequentes
É um suplemento alimentar que junta várias vitaminas e minerais numa só dose diária. Em Portugal também aparece como multivitamínico, polivitamínico ou complexo multivitamínico. As doses seguem, na maioria dos casos, os valores de referência para adultos, e não doses terapêuticas. Alguns dos nutrientes têm alegações aprovadas na Europa: a vitamina C contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário e a vitamina B12 contribui para a redução do cansaço e da fadiga.


























