Quercetina
Encontre quercetina em cápsulas, em pó e em formas de melhor absorção, como o fitossoma e a lipossomal. Explicamos como as formas diferem, que doses são habituais e porque a maioria dos extratos vem da Sophora japonica.Ler mais →
Filtros
Disponibilidade
Marca
Forma
Dieta
Objetivo
Preço
Formas de quercetina, absorção e combinações mais comuns
O que é a quercetina
A quercetina é um flavonoide, ou seja, um pigmento vegetal. Está presente na cebola, na maçã, nas alcaparras e no chá. O corpo humano não a produz. Numa alimentação europeia comum, a quercetina vinda dos alimentos fica em poucas dezenas de miligramas por dia, enquanto uma cápsula fornece habitualmente 250 mg a 500 mg. A matéria-prima quase nunca vem da cebola: a maior parte dos extratos é obtida dos botões florais da Sophora japonica, a árvore-pagode japonesa. Esta é uma das categorias da nossa gama de antioxidantes.
A absorção pesa mais do que os miligramas
A quercetina pura dissolve-se mal em água. Por isso, a mesma dose no rótulo pode chegar ao sangue em quantidades muito diferentes consoante a forma:
- Quercetina di-hidratada: a forma clássica em cápsulas e em pó. Simples, bem tolerada e a mais acessível, mas com absorção baixa.
- Fitossoma: a quercetina é ligada a lecitina, uma gordura natural. A absorção é várias vezes superior, por isso a dose por cápsula costuma ser menor.
- Lipossomal: a quercetina é envolvida numa pequena camada de gordura. Aparece sobretudo em líquidos, prática para quem evita cápsulas.
- Fórmulas combinadas: quercetina com bromelaína, zinco ou vitamina C na mesma cápsula.
As combinações com vitamina C são das mais procuradas na época do pólen. Aqui vale a pena ler o rótulo com atenção: a alegação aprovada pertence à vitamina C, que contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário, e não ao flavonoide. Encontra opções isoladas na nossa página de produtos com vitamina C e alternativas sazonais em pólen no ar.
Como escolhemos a quercetina que vendemos
Olhamos para três coisas: a forma, a dose e a combinação. Preferimos rótulos que digam claramente se a cápsula contém quercetina di-hidratada ou uma forma com lecitina, porque 500 mg de uma não equivalem a 500 mg da outra. Damos preferência a extratos de Sophora japonica com origem documentada e evitamos formas cuja situação regulamentar na Europa não seja clara. Compramos diretamente às marcas, a nossa equipa de conformidade verifica cada produto antes de ficar online e testamos lotes por amostragem, com laboratórios independentes. Pode ver como selecionamos as marcas.
Expectativas honestas
A autoridade europeia (EFSA) avaliou a quercetina e, até hoje, não aprovou nenhuma alegação de saúde para este flavonoide. Vendemo-la como aquilo que é: um suplemento alimentar bem estudado, sem promessas. Nos estudos, as doses habituais situam-se entre 500 mg e 1000 mg por dia, tomadas durante várias semanas, e os efeitos medidos são modestos.
Na prática: tome à refeição. Vários utilizadores relatam enjoo quando tomam quercetina em jejum, sobretudo em fórmulas que também contêm zinco. Dê duas a três semanas de uso consistente antes de tirar conclusões. Se está grávida, a amamentar, ou se toma anticoagulantes ou medicação para a tensão arterial, fale primeiro com o seu médico.
Perguntas frequentes
A quercetina é um flavonoide, um pigmento vegetal do grupo dos bioflavonoides. Está naturalmente em alimentos como cebola, maçã, alcaparras, frutos vermelhos e chá. O corpo não a produz, por isso só chega pela alimentação ou por suplementos. A matéria-prima dos suplementos raramente vem da cebola, porque seria pouco rentável: quase sempre é um extrato dos botões florais da Sophora japonica, a chamada árvore-pagode japonesa.









