Enzimas digestivas
Encontra enzimas digestivas em cápsulas, comprimidos e pó: complexos multienzimáticos, lactase para a lactose e betaína HCL. Explicamos como ler as unidades no rótulo e em que momento da refeição tomá-las.Ler mais →
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Como funcionam as enzimas digestivas e o que distingue cada fórmula
As enzimas são proteínas que cortam os alimentos em pedaços pequenos o suficiente para o intestino absorver. O teu corpo produz as suas: amilase para os hidratos de carbono, protease para as proteínas, lipase para as gorduras e lactase para o açúcar do leite. Um suplemento acrescenta enzimas extra no momento da refeição. Não altera aquilo que o pâncreas produz.
Por isso, o momento é decisivo. A enzima só trabalha enquanto está em contacto com a comida, ou seja, durante algumas horas. Tomada longe da refeição, tem pouco com que trabalhar. Na prática, a maioria das fórmulas indica a toma no início da refeição, e as candidatas óbvias são as refeições mais pesadas do dia. Para quem digere mal a lactose, a enzima lactase faz sentido antes de cada refeição com lácteos: a alegação europeia aprovada exige, no mínimo, 4 500 unidades FCC por refeição.
O que distingue realmente um complexo enzimático de outro
Os miligramas dizem pouco. A potência de uma enzima mede-se em unidades de atividade: FCC ou ALU na lactase, DU na amilase, HUT na protease, FIP na lipase. Dois produtos com 200 mg podem ter potências muito diferentes. É esse número que comparamos antes de decidir.
- Complexos multienzimáticos, com amilase, protease, lipase, celulase e lactase juntas: cobertura ampla para refeições mistas.
- Enzimas isoladas, como a lactase: uma tarefa, uma dose clara e fácil de verificar.
- Origem vegetal ou microbiana, obtida por fermentação de fungos como o Aspergillus: adequada a quem não come produtos de origem animal.
- Origem animal, como a pancreatina, a pepsina e a bílis de boi: o perfil clássico das fórmulas mais antigas.
- Bromelaína e papaína, do ananás e da papaia: proteases muito usadas nos complexos vegetais.
A Betaína HCL aparece com frequência ao lado das enzimas, mas não é uma enzima: fornece acidez ao estômago.
Como escolhemos as enzimas que vendemos
Olhamos para três coisas: a forma da enzima, as unidades de atividade declaradas e as combinações que fazem sentido numa só cápsula. Preferimos fórmulas que indicam FCC, DU ou HUT em vez de apenas miligramas, porque só assim consegues comparar produtos. Mantemos complexos vegetais e fórmulas de origem animal, porque servem pessoas diferentes, e uma lactase isolada com dose suficiente para a alegação aprovada. Não vendemos promessas: conta com duas a três semanas de uso consistente às refeições para perceber a diferença. Compramos diretamente às marcas e cada produto passa pela nossa equipa de compliance. Vê como selecionamos.
Duas dúvidas que recebemos sempre
A primeira é a forma de apresentação. O pó é prático para quem engole cápsulas com dificuldade e permite ajustar a dose, mas as cápsulas protegem melhor as enzimas até chegarem ao estômago. A segunda é se a toma diária reduz a produção natural. Não há evidência disso em pessoas saudáveis, e o uso pontual, antes das refeições que costumam pesar mais, continua a ser a forma mais comum de as utilizar.
Para quem isto faz sentido
As enzimas encaixam em situações concretas: refeições mais pesadas fora de casa, dietas com muita proteína, lácteos quando toleras mal a lactose ou uma digestão que ficou mais lenta com os anos. Há também um limite honesto: se o desconforto é diário, ou se há perda de peso e fezes gordurosas, o passo seguinte é uma avaliação médica, não uma cápsula. E se procuras apoio de fundo em vez de ajuda refeição a refeição, vale a pena ver a nossa gama para a digestão do dia a dia.
Perguntas frequentes
São proteínas que dividem os alimentos em partes pequenas o suficiente para o intestino as absorver. Cada uma tem a sua tarefa: a amilase trata dos hidratos de carbono, a protease das proteínas, a lipase das gorduras e a lactase do açúcar do leite. O corpo produz-as na boca, no estômago e no pâncreas. Um suplemento acrescenta enzimas na altura da refeição e trabalha apenas enquanto está em contacto com a comida.









